Amar? Putz! É a coisa mais fácil do mundo. Tu conheces uma pessoa, convives com ela, achas que conheceste-a completamente depois de um tempo, e começas a sentir coisas que tu nunca sentiste por outro alguém. O teu olhar muda, quando tu olhas pra aquele alguém, os teus olhos brilham, tu dás um sorriso tão espontâneo, sentes borboletas no estômago e enxergas a vida de outro modo. O céu fica mais azul, as nuvens têm a forma de corações, as músicas te fazem lembrar esse alguém. E então tu desenhas corações em tudo que é lugar, seja no prato, no caderno ou em lugar onde tenha poeira. Tu ages feito uma idiota, fazes planos que talvez nunca acontecerão, se importa com aquela pessoa, AMAS aquele alguém. E o que tu recebes em troca? N-A-D-A. Então tu choras, choras amargamente, pois quando a dor não cabe mais no peito, ela transborda pelos olhos, e tu te sentes ignorada, rejeitada, sentes-te como se fosses um NINGUÉM. Cria um ódio incondicional por aquele alguém, o alguém que um dia foi tão importante um dia, hoje tornou-se a pessoa mais odiada por ti. Então tu dizes que nunca mais vai amar, tornas-te uma pessoa amarga, fria, vazia, e “portadora” da carência. E enquanto aquele alguém dá os sorrisos mais falsos e iludidos, tu, aquela pessoa que amas-te, derramas as lágrimas mais dolorosas e sinceras. Pensando melhor… Amar não é tão fácil assim.

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